A ciência e a fé se juntam para nos dizer que somos um “milagre” do amor e da sabedoria de Deus; somos a meta fixada para toda a evolução do cosmos, desde o “Big Bang”. A ciência está sempre diante de novos desafios, e sabe que é incapaz de responder às perguntas fundamentais do homem: Donde venho? Para onde vou? Qual o sentido do meu trabalho, da minha luta, da minha morte? Qual o sentido do universo, da vida, do homem? Por que tudo isso existe? Parece haver uma Inteligência (=logos) que estabeleceu uma lógica e as sábias leis da natureza.
Nem mesmo a filosofia consegue dar uma resposta completa para as interrogações do homem, pois certos mistérios (como o do mal e o do sofrimento) não são explicáveis apenas pela razão. A filosofia ajuda a entender os mistérios, mas não dispensa a fé. A própria razão humana, mostra ao homem a necessidade da fé e da Palavra de Deus, pois sozinho o homem sente que não encontra as respostas às suas indagações existenciais. A fé não sufoca a inteligência (não devemos confundir com fanatismo), ao contrário, é a atitude mais inteligente da inteligência uma vez que se dirige a Deus.
Um dia um famoso filósofo, percebendo a evidência de Deus, teve que confessar a um de seus discípulos: “Deus existe... Mas não espalhe!...”
Assim, cientistas, filósofos e teólogos, longe de anularem os estudos uns dos outros, ao contrário, se complementam mutuamente. De um lado, todo pensador precisa conhecer a realidade que a ciência investiga, de outro lado, todo pesquisador, para satisfazer plenamente à sua procura de verdade, precisa saber o “por que” e o “para que” das maravilhas do universo que ele vai descobrindo. Numa palavra: “A pouca ciência afasta de Deus, mas a muita ciência aproxima de Deus” (Louis Pasteur, cientista francês).
Nem mesmo a filosofia consegue dar uma resposta completa para as interrogações do homem, pois certos mistérios (como o do mal e o do sofrimento) não são explicáveis apenas pela razão. A filosofia ajuda a entender os mistérios, mas não dispensa a fé. A própria razão humana, mostra ao homem a necessidade da fé e da Palavra de Deus, pois sozinho o homem sente que não encontra as respostas às suas indagações existenciais. A fé não sufoca a inteligência (não devemos confundir com fanatismo), ao contrário, é a atitude mais inteligente da inteligência uma vez que se dirige a Deus.
Um dia um famoso filósofo, percebendo a evidência de Deus, teve que confessar a um de seus discípulos: “Deus existe... Mas não espalhe!...”
Assim, cientistas, filósofos e teólogos, longe de anularem os estudos uns dos outros, ao contrário, se complementam mutuamente. De um lado, todo pensador precisa conhecer a realidade que a ciência investiga, de outro lado, todo pesquisador, para satisfazer plenamente à sua procura de verdade, precisa saber o “por que” e o “para que” das maravilhas do universo que ele vai descobrindo. Numa palavra: “A pouca ciência afasta de Deus, mas a muita ciência aproxima de Deus” (Louis Pasteur, cientista francês).
No século XIX, no auge do racionalismo (que rejeitava o espiritual), era comum dizer que a ciência e a fé não combinavam entre si; a ciência parecia negar as afirmações da fé e colocá-la no obscurantismo, como se fosse coisa de ignorantes. Mas isto já não acontece hoje. As conclusões de cientistas de renome (que será assunto de outra matéria), mostram que a própria ciência insinua a existência de uma inteligência superior, responsável pela ordem do universo; e o estudo da origem e do desenvolvimento da matéria tem levado o homem a reconhecer um Ser Supremo.Voltaire, racionalista e inimigo sagaz da fé, que converteu-se no final da vida, foi levado a dizer: “O mundo me perturba e não posso imaginar que este relógio funcione e não tenha um relojoeiro”.
Muitos cientistas, infelizmente, “obrigam-se” a atribuir ao “acaso” toda a criação de Deus, como que para não pronunciar o Seu nome. Mas todos nós sabemos que o acaso nada explica, não existe o Sr. Acaso.
A fé precisa da luz da ciência para não se tornar cega (fideísmo) e não se tornar fanática, fundamentalista e perigosa, como temos visto hoje; a ciência, por outro lado, precisa da fé, para não cair no racionalismo e não colocar as suas descobertas a serviço do mal.
Sem obedecer à fé e à moral, a vida tem mostrado que a ciência pode destruir o próprio homem. Vejamos, por exemplo, a bomba atômica e os atuais escândalos da proveta. Por isso é essencial que acima da ciência o homem cultive a fé.















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