O grande físico americano Robert Andrews Millikan, Prêmio Nobel de Física pela descoberta da carga do elétron, escreveu: “Com espantosa rapidez, dentro dos passados vinte anos o homem estendeu sua visão”.
Millikan, investigou o poder penetrante dos raios cósmicos, conseguiu isolar os elétrons e medir-lhe a carga, e concluiu, baseado nas suas descobertas científicas, que “há uma inter-relação, uma unidade, uma unicidade, em toda natureza e que, todavia, é ainda um mistério maravilhoso...”
Disse o cientista:
“Lançou o homem o olhar para o íntimo do átomo, corpo com a milionésima parte do diâmetro de uma cabeça de alfinete, e descobriu um núcleo infinitamente menor. Lançou depois o olhar para dentro deste núcleo e observou o entrejogo da irradiação sobre os elétrons, ao mesmo tempo dentro do núcleo e fora dele, e por toda parte encontrou maravilhosa ordem e sistematização. Mais uma vez o homem voltou seu microscópio sobre a célula viva e achou-a mesmo mais complexa do que o átomo, com muitas partes, cada uma exercendo sua função necessária à vida do todo. E mais uma vez, voltou o seu grande telescópio para a nébula espiral, distante um milhão de anos-luz, e ali também encontrou sistema e ordem”.
“Lançou o homem o olhar para o íntimo do átomo, corpo com a milionésima parte do diâmetro de uma cabeça de alfinete, e descobriu um núcleo infinitamente menor. Lançou depois o olhar para dentro deste núcleo e observou o entrejogo da irradiação sobre os elétrons, ao mesmo tempo dentro do núcleo e fora dele, e por toda parte encontrou maravilhosa ordem e sistematização. Mais uma vez o homem voltou seu microscópio sobre a célula viva e achou-a mesmo mais complexa do que o átomo, com muitas partes, cada uma exercendo sua função necessária à vida do todo. E mais uma vez, voltou o seu grande telescópio para a nébula espiral, distante um milhão de anos-luz, e ali também encontrou sistema e ordem”.
Haverá ainda alguém que fale a respeito do materialismo da ciência? Pelo contrário, o cientista se ajunta ao salmista de mil anos passados, ao testemunhar, reverentemente, que os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento manifesta a Sua Obra.A moderna ciência da realidade está pouco a pouco aprendendo a caminhar humildemente com seu Deus, e ao aprender esta lição está contribuindo de algum modo para a fé.
O anatomista do cérebro: Constantino von Monakoff investigava no seu labo
ratório na Suíça, a estrutura celular do tecido nervoso do cérebro e do cordão al e verificou que: “os fenômenos mentais e espirituais não podem ser explicados pelos processos físico-químicos dentro do sistema nervoso, mas forçam o estudioso a voltar à suposição de um princípio divino como sua causa derradeira”.A ciência nos obriga a ter a coragem de conceber o homem, como realização de “um pensamento de Deus” e que crescimento e evolução são o desenvolvimento de um plano traçado pelo Criador.
Fontes literárias: A Ciência e a Fé (Prof. Felipe Aquino) e Gotículas de Felicidade (Marly Rosa).

















